Ou
Que porra é essa?
Estes textículos não são, não estão e nem vêm das bolas. Vem dos óvulos, ops! – quer dizer, dos lóbulos cerebrais, se bem que a minha cabeça sempre teve lá sua inclinação para a esquerda.
Como pau que nasce torto morre torto, eu não fujo à regra. Escrever para mim é um vício, um exercício constante, sem o qual eu não vivo. A única diferença é que agora resolvi compartilhar deste vício da palavra com amigos e quem quer que seja, aqui, na vastidão deste universo, chamado Internet.
Assim, espero que estas palavras (seminais) sejam estopim para o surgimento de outras palavras, outras idéias, outros pensamentos. É o princípio básico da criação. Caso alguém não tenha gostado, sorry. Vou continuar jorrando, ops! Quer dizer, postando. Para estes, revisito Drummond: “Não é para os outros, é para mim mesmo esta cambalhota”.
Texto inicial que apresenta a não-proposta destes Textículos: escrever o que der na telha, mas sempre primando pela brevidade, prolixidade ou incoerência, o que vier primeiro.
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